Workshop para um grupo de alunos francês em viagem de estudo.
Atelier pour un groupe scolaire français, en voyage d'étude dans la région.
Très sympathique et récepteur!
fotos e Vídeo » Léa Prisca López
sexta-feira, 30 de março de 2007
Museu Etnomusica - Bairrada
terça-feira, 27 de março de 2007
PovoArti toca de Ouvido

PovoArti, é um povo musical que aprendeu que os sons estão ligados a todas as outras coisas. Vive perdido achado lá para os lados do nosso imaginário. É inventivo e improvisa a cada momento uma forma diferente de comunicar. Os seus habitantes, fazedores das vozes vulgares, são todos únicos e adaptam-se pela estratégia que descobrem em cada experiência.
Esta é a sinopse da oficina que vou fazer, no dia 1 de Maio, para os mais jovens, no encontro Tocar de Ouvido, conhece.
Iremos:
-Inventar um povo imaginário
-jogar a música e os sons
-utilizar a voz e o corpo
-recolher e manipular objectos sonoros
-comunicar através de instrumentos colectivos
segunda-feira, 26 de março de 2007
Concerto para pássaros e outros palradores
Pequeno Vídeo da Performance

Foi no passado dia 21 de março, dia da Árvore, que o Piu Pardal e o seu irmão, o Pardal Piu guiaram a crianças por um passeio à escuta dos pássaros.







Alguns links:
Birds na wikipedia
quioske para pássaros
aves de portugal e europa
canto dos pássaros na wikicommons
Um rouxinol na fantástica base de sons do projecto Freesound
Uma avaliação da actividade
sábado, 17 de março de 2007
Uma geografia para o Jogo Aberto
Hoje, na Escola de Artes da Bairrada, o jogo foi para os mais pequenos e porque tínhamos uma grande sala, dispusemos vários locais diferentes para diferentes formas ou instrumentos para um jogo aberto.
Uma roda de cadeira era a zona da voz, linguagens inventadas e imitações vocais.
Uma mesa grande repleta de cangalhos para ir desde o silêncio à multi-sonoridade.
Um espaço vazio para explorar os sons do e no corpo.
Um triangulo com três grandes instrumentos de laminas, uma marimba, um xilofone e um vibrafone.
Outra mesa grande para o canto esferográfico.
E até a entrada usamos, por ser de pedra, para a bambudra.
Uma boa forma de explorar várias e claras ferramentas para fazer musica.
Jogos e joguetes realizados
Agitar a voz
Confronto Tribal com os sons do corpo
era uma vez... com a voz
micado sonoro na mesa dos cangalhos e na entrada com a bambudra
espelho meu com a voz e com os instrumentos laminados
convertas esferográficas
2 e vira com a bambudra
Uma roda de cadeira era a zona da voz, linguagens inventadas e imitações vocais.
Uma mesa grande repleta de cangalhos para ir desde o silêncio à multi-sonoridade.
Um espaço vazio para explorar os sons do e no corpo.
Um triangulo com três grandes instrumentos de laminas, uma marimba, um xilofone e um vibrafone.
Outra mesa grande para o canto esferográfico.
E até a entrada usamos, por ser de pedra, para a bambudra.
Uma boa forma de explorar várias e claras ferramentas para fazer musica.
Jogos e joguetes realizados
Agitar a voz
Confronto Tribal com os sons do corpo
era uma vez... com a voz
micado sonoro na mesa dos cangalhos e na entrada com a bambudra
espelho meu com a voz e com os instrumentos laminados
convertas esferográficas
2 e vira com a bambudra
Viagem ao centro do som
Oficina para reciclar e criar instrumentos musicais e instalações sonoras. Através de uma viagem de exploração dos recursos acústicos dos diversos materiais disponíveis, se conhece directamente as grandes possibilidades sonoras de tudo o que nos rodeia.
O som é infinito e muda com a forma como lhe pegamos, sacudimos, enchogalhamos, batemos, raspamos, beliscamos, soltamos e tantas outras formas de fazer soar.
Objectivos
Aos que se interessam por música, construção de instrumentos, artes plásticas, cenografia, instalações, etc
O som é infinito e muda com a forma como lhe pegamos, sacudimos, enchogalhamos, batemos, raspamos, beliscamos, soltamos e tantas outras formas de fazer soar.
Objectivos
- Reciclar transformando o inútil em útil
- Conhecer as propriedades dos materiais pelas suas características sonoras.
- Apurar a sensibilidade auditiva, concentração e sentido crítico.
- Desenvolver a sensibilidade estética misturando as artes performativas com as artes plásticas.
Aos que se interessam por música, construção de instrumentos, artes plásticas, cenografia, instalações, etc
Fábrica de Jogos
Oficina/workshop em laboratório destinado incentivar a criação de jogos performativos assistido por uma sintaxe em constante desenvolvimento.
Nesta oficina procuro partilhar a minha experiência enquanto criador e transformador de jogos. É, portanto, um laboratório de jogos, para inventar e descobrir novos universos a partir de ideias dos participantes. E, ao mesmo tempo a tentativa de desenvolvimento de uma sintaxe que facilite a criação de jogos performativos.
performers, músicos e professores de música, actores e formadores de teatro, coreografistas, encenadores, educadores, animadores, terapeutas, etc.
Objectivos
Ver também Fábrica de Jogos no parque.
Nesta oficina procuro partilhar a minha experiência enquanto criador e transformador de jogos. É, portanto, um laboratório de jogos, para inventar e descobrir novos universos a partir de ideias dos participantes. E, ao mesmo tempo a tentativa de desenvolvimento de uma sintaxe que facilite a criação de jogos performativos.
"Não há homens mais inteligentes do que aqueles que são capazes de inventar jogos. E ai que o seu espirito se manifesta mais livremente. "
Leibniz
a quem se destinaperformers, músicos e professores de música, actores e formadores de teatro, coreografistas, encenadores, educadores, animadores, terapeutas, etc.
Objectivos
- Desenvolver a criatividade e o raciocínio
- Relacionar as artes pela espontâneidade e improvisação.
- Ensaiar sentidos, sensações, capacidades e conceitos.
- Compreender sobre simbologia, significado, tomada de decisão, condicionalismos e liberdade de acção.
Ver também Fábrica de Jogos no parque.
Fábrica de Jogos no parque
Fábrica de Jogos é uma oficina para incentivar a criação de jogos. Mas serve este post para listar os jogos desenvolvidos durante as oficinas no Parque da Alta Vila.
O Chefe de Orquestra
Roda da Metamorfose
Silêncio Secreto
Pulsar
segunda-feira, 12 de março de 2007
Mexer com a música


foram dois jogos, entre outras joguetes, aplicados ao projecto Música na Escola com a Orquestra Filarmonia das Beiras, no fim de fevereiro e o início de março. Um concerto pedagógico e lúdico onde as crianças poderam experimentar na pele as sensações de serem compositores.
Vou descreve-los para quem estiver interessado porque podem sempre ser utilizados novamente, com as devidas adaptações, para incentivar pequenos compositores.

Variante: Cada jogador pode antes de escolher o seu tema, ouvir dois temas sentando-se ora numa cadeira ora noutra. Isto aumenta os níveis de tomada de decisão.


fotos Léa Prisca López
sábado, 3 de março de 2007
3º oficina no parque - Micro e macro gesto

1ª parte
Partindo da diferença entre comunicar unicamente com a voz e o corpo em que o gesto funciona, regra geral, como complemento da comunicação e logo afastado da nossa atenção consciente e, por outro lado, utilizando instrumentos musicais ou objectos em que o gesto passa a ser mais consciente aumentando assim o poder informativo da comunicação.
Simplificando:
Macro-gesto : Varas voadoras. Utilização de varas de bambu que atiradas de mão em mão e largando sons informativos, por quem envia ora por quem recebe, no momento do lançamento, da recepção e durante o vôo. O resultado é uma dança sonora que com o tempo atinge elevados niveis de concentração, sincronismo e energia.
Micro-gesto: Canto esferográfico. Esferográficas que deslizam em folhas de papel sobre mesa de madeira dura para que dai resulte o som do deslizar. Através de uma progressão de exercícios vemos as esferográficas como personagens, pequenas marionetes que nas nossas mãos dançam, musicam e deixam pintado o registo da sua coreografia. Uma mistura de música, dança, e pintura.




2ª parte: O Jogos escolhidos, desta vez fomos paqrar ao meio do parque.
Micado Sonoro - Um jogo baseado no conhecido micado mas com algumas adaptações. Juntam-se vários paus ou galhos grandes, deixam-se cair no chão e ficam uns sobre os outros. Cada jogador na sua vez tenta retirar um pau sem que este faça ruido, cabe aos restantes jogadores denunciar os ruidos imitando-os sempre que os ouvem.
Variantes:
-Dois ou mais pessoas são necessárias para considerar válida a denuncia de ruido.
-Em vez de paus usar objectos ruidosos em cima de uma manta ou mesa.

3ª parte - fábrica de jogos
A partir das propostas dos participantes:
- equilíbrio entre som e silêncio
- rítmo e movimento
- rapidez de reacção
Mais dois jogos surgiram: Pulsar e Silêncio Secreto
fotos Léa Prisca López
quinta-feira, 1 de março de 2007
Silêncio Secreto
material: nenhum
número de jogadores: indefinido
objectivo: alcançar o silêncio
autoria: Lizete Lemos, (incompleto)
os jogadores colocam-se em roda, de maneira a que cada um possa tocar em qualquer um dos outros com a mão, sem sair do lugar. todos de olhos fechados. todos respiram de forma sonora (ou produzem outro som de baixa intensidade e altura indefinida). quando um jogador sente um toque de outro, deve fazer silêncio. se um jogador perceber que alguém se calou, deve calar-se também. em teoria, o último a ficar seria aquele que tocou em 1º lugar. no entanto, se alguém se enganou, ou não esteve atento, ou não foi capaz de perceber o silêncio a crescer, fica indevidamente para o fim, e compromete assim o resultado. desta forma, é um jogo que depende do esforço e da realização colectiva para atingir o seu objectivo.
aspectos a melhorar:
- percebemos que 4 jogadores eram poucos: o jogo esgotava rapidamente, sobretudo no caso de haver toques simultâneos e, logo, cadeias de silêncio a desencadearem-se ao mesmo tempo
número de jogadores: indefinido
objectivo: alcançar o silêncio
autoria: Lizete Lemos, (incompleto)
os jogadores colocam-se em roda, de maneira a que cada um possa tocar em qualquer um dos outros com a mão, sem sair do lugar. todos de olhos fechados. todos respiram de forma sonora (ou produzem outro som de baixa intensidade e altura indefinida). quando um jogador sente um toque de outro, deve fazer silêncio. se um jogador perceber que alguém se calou, deve calar-se também. em teoria, o último a ficar seria aquele que tocou em 1º lugar. no entanto, se alguém se enganou, ou não esteve atento, ou não foi capaz de perceber o silêncio a crescer, fica indevidamente para o fim, e compromete assim o resultado. desta forma, é um jogo que depende do esforço e da realização colectiva para atingir o seu objectivo.
aspectos a melhorar:
- percebemos que 4 jogadores eram poucos: o jogo esgotava rapidamente, sobretudo no caso de haver toques simultâneos e, logo, cadeias de silêncio a desencadearem-se ao mesmo tempo
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